"Ser Tuno é exaltar em música e canto o ânimo de ser estudante e o vigor da juventude, virtudes a deverem ser permanentes e sem idade!” Prof. Aureliano da Fonseca

A Tuna

Tuna Académica da Guarda – Copituna d’Oppidana

Seriam necessárias muitas mais palavras para se retratarem todas as histórias, projectos e acontecimentos que marcaram os treze anos da Tuna Académica da Guarda.

logo_tag1A Tuna Académica da Guarda – Copituna d’Oppidana surge após a dissolução da primeira tuna do Instituto Politécnico da Guarda – Real Tuna Académica da Guarda, uma Tuna mista, ou seja, constituída por membros dos sexos feminino e masculino. Estava-se no mês de Novembro de 1995 e junta um pequeno grupo de alunos do Instituto Politécnico da Guarda. Nos primeiros tempos, executam músicas populares e, principalmente, de outras Tunas, que marcavam, à altura, o panorama da cultura de Tunas em Portugal.

Volvidos poucos anos, e muitas experiências, a Tuna Académica da Guarda – Copituna d’Oppidana já tem um reportório vasto, maioritariamente, constituído por originais. O ano lectivo de 99/00 representa um marco na vida desta Tuna. É o ano da gravação do seu primeiro trabalho discográfico de originais «Navio de Sonhos».

capa_cdNeste ano, para promover este trabalho, desloca-se ao programa “Praça da Alegria” da RTP1, bem como realiza algumas digressões por esse mundo fora. Desloca-se à Suíça para conviver e actuar para os emigrantes portugueses da zona francófona; pára umas noites em Andorra, onde a comunidade portuguesa está bem presente; e, para terminar, desloca-se ao Brasil, no âmbito do intercâmbio Inst. Politécnico da Guarda e Universidade de Pernambuco.

Com a entrada no novo milénio, à Tuna Académica da Guarda – Copituna d’Oppidana deparam-se novos projectos, desejos e, principalmente, novos sonhos e desafios para concretizar. As viagens por Portugal continuam, assim como pelo país de “nuestros hermanos”, onde representa, não só, o IPG, a cidade da Guarda como, também, o nosso país. De destacar a sua presença na ilha da Madeira, onde leva a sua alegria contagiante e a sua amizade – um dos pilares que sustentam esta Tuna.

A partir de 2002 começa a participar nos melhores festivais de Tunas por esse Portugal fora e também em Espanha arrecadando para o seu curriculum prémios de “Melhor Tuna”, de “Tuna + Tuna”, de “Melhor Instrumental”, de “Melhor Solista”, de “Melhor Pandeireta” e de “Melhor Porta-Estandarte” entre outros.

Destacamos o apadrinhamento, da Real Fortuna – Tuna do Inst. Superior Bissaya Barreto de Coimbra e, mais recentemente de uma das mais jovens e promissoras tunas do país, a Desertuna – Tuna Académica da Universidade da Beira Interior. Orgulhamo-nos de ter, também, organizado o II Encontro Nacional de Tunantes em Novembro de 2004 e de ter sido escolhida para Tuna do Mês (em Dezembro de 2004) pelo muito conhecido portal da internet www.portugaltunas.com

cabulasEm 2005, grava, edita e lança o seu segundo trabalho de originais “Cábulas de Amor”, que coloca em pautas e letras toda uma vivência de várias gerações de Tunos. Hoje em dia, mesmo enfrentando a redução de novos membros – reflexo inerente à fraca adesão de alunos ao IPG e ensino superior em geral – esta Tuna continua a trinar as suas cordas e a fazer-se ouvir por esse Mundo fora.

São anos recheados de viagens e actuações, que a levam a percorrer Portugal de lés a lés e a países como Espanha, Andorra, França (de passagem), Suíça e Brasil. São quase doze anos marcados por cerca de trinta músicas originais. Momentos de amizade, convívio e, em determinadas alturas, de uma autêntica família, que vela pelos seus e pela sua realização pessoal.

Para terminar, só umas pequenas palavras do Prof. Dr. Aureliano da Fonseca (no seu discurso de abertura do I Conclave Tunae, em 1995) que retraíam, em parte, o que é ser-se Tuno: “Concluí-se: se ser estudante é ter ânsia em saber e espírito jovem, ser Tuno será exaltar em música e canto o ânimo de ser estudante e o vigor da juventude, virtudes a deverem ser permanentes e sem idade!”


Os elementos

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Ano Entrada

Geração

Nome

Instrumento/Função

2008

13

Andróide

Viola

Esqueleto

Acordeon

Papillon

Viola


2007

12

Desenganado

Contrabaixo

Gina

Pandeireta

Zagolinas

Percussão

Népia

P. Estandarte

Toino

Bandolim


11

Açores

P. Estandarte


2006

10

Bruno Lava Colhos

Pandeireta

João Patronillo

Viola

Bruno Pascácio

Viola


2005

9

Zé Arantes

Pandeireta

Rábicó

Acordeon


2004

8

Marafado

Viola


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2003

7

Cruz

Bandolim


6

Nélsinho

Acordeon

Dénis

Cavaquinho

Cocas

P. Estandarte

Speedy

Contrabaixo/Viola


2002

5

Fonzo

Viola

Jason

Bandolim/Cavaquinho

Janeiro

Bandolim


2001

4

Sardas

Viola

Popey

Cavaquinho

Valter Escovas

Viola/Contrabaixo

Telmo

Pandeireta

César

Flauta/Percussão

Bruno Dédé

P. Estandarte

Miguel Papon

Flauta/Viola

Didi

Pandeireta

Merendas

Cavaquinho

Eduardo Tostas

Acordeon/Cavaquinho

Serpa

Acordeon


3

Rafa

Pandeireta

Josué

Cavaquinho

Nhá

Cavaquinho

Cinfães

Flauta


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2000

2

Seco

Percussão

Silva

Pandeireta

Pinhel

P. Estandarte


1995 a 1999

1

Loira

Viola Braguesa

Pedro CC

Viola

Short

Bandolim

Twix

Viola

Estica

Viola

Pedro Guimarães

Bandolim

Miguel Alentejano

Percusão


Primórdios

Miguel CC

Viola

Cambotas

P. Estandarte

Giorgini

Viola

Johny F


Rui Alentejano

Acordeon

Xixa

Cavaquinho

Leonel

Cavaquinho

Dário

Cavaquinho

Carlos Fadista


Joãozinho


Pedro Chaves


Baraço

Acordeon

Calvão

Contrabaixo/Viola

Pastor

Pandeireta

Veloso


Vitorino


Luis Mário


Vidal


Ninja


JP

Pandeireta

Justino

Bandolim

Tony Mimoso

Cavaquinho